Casal suspeito de matar jovem em ritual satânico tenta sacar R$ 260 mil da vítima

O casal suspeito de matar a jovem Atyla Arrua Barbosa, de 20 anos, pode ter cometido o crime por conta de uma seita satânica. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (20), pela Polícia da cidade de Mongaguá, em São Paulo, onde aconteceu o crime, os dois se intitulavam como “padrinhos” da jovem e na casa deles foram encontrados altares com tema satânico.

A suspeita da polícia é que a jovem trabalhava na casa do casal e estaria grávida de três meses do patrão. O homem e a mulher chegaram a ir à polícia se apresentando como padrinhos da jovem, a fim de sacar R$ 260 mil de um seguro de vida pertencente a ela. Os dois foram presos preventivamente na última sexta (17).

Segundo o delegado que está à frente do caso, Ruy de Matos, em entrevista ao G1 Santos, a desconfiança no casal foi iniciada após as mentiras começarem a ser descobertas. “Primeiro ela disse ser madrinha da menina e que os pais a haviam abandonado, o que é não é verdade. Ela conversava todos os dias com a mãe. Ela não é madrinha dela também”, disse.

“As investigações apontam que eles têm relação com uma seita luciferiana, ou seja, eles adoram Lúcifer. Nós pegamos algumas conversas da Atyla com outras pessoas, via WhatsApp, dizendo que ela teria que ofertar dois filhos para a seita, o que nos leva a acreditar que o suspeito era o pai da criança que ela estava gerando”, contou.

O corpo da vítima foi encontrado no mar de Mongaguá, no litoral de São Paulo, no mês de julho deste ano, com sinais de afogamento.

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